Não confunda nunca:
não abana nada com
não há bananada!
P.S: Essa não é minha Eça é de Queiroz!
domingo, 30 de março de 2008
quarta-feira, 26 de março de 2008
Declaração Universal dos Direitos dos Animais (para que ninguém nunca se esqueça!)
Considerando que todo o animal possui direitos,
Considerando que o desconhecimento e o desprezo destes direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza,
Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo, Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar outros.
Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante,
Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais,
PROCLAMA-SE O SEGUINTE:
Art. 1º - Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.
Art. 2º 1.Todo o animal tem o direito a ser respeitado. 2.O homem, como espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los violando esse direito; tem o dever de pôr os seus conhecimentos ao serviço dos animais. 3.Todo o animal tem o direito à atenção, aos cuidados e à proteção do homem.
Art. 3º 1.Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a atos cruéis. 2.Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia.
Art. 4º 1.Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir. 2.toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos, é contrária a este direito.
Art. 5º 1.Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente no meio ambiente do homem tem o direito de viver e de crescer ao ritmo e nas condições de vida e de liberdade que são próprias da sua espécie. 2.Toda a modificação deste ritmo ou destas condições que forem impostas pelo homem com fins mercantis é contrária a este direito.
Art. 6º 1.Todo o animal que o homem escolheu para seu companheiro tem direito a uma duração de vida conforme a sua longevidade natural. 2.O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.
Art. 7º - Todo o animal de trabalho tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.
Art. 8º 1.A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação. 2.As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas.
Art. 9º - Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor.
Art. 10º 1.Nenhum animal deve de ser explorado para divertimento do homem. 2.As exibições de animais e os espetáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal.
Art. 11º - Todo o ato que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a vida.
Art. 12º 1.Todo o ato que implique a morte de um grande número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime contra a espécie. 2.A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.
Art. 13º 1.O animal morto deve de ser tratado com respeito. 2.As cenas de violência de que os animais são vítimas devem de ser interditas no cinema e na televisão, salvo se elas tiverem por fim demonstrar um atentado aos direitos do animal.
Art. 14º 1.Os organismos de proteção e de salvaguarda dos animais devem estar presentados a nível governamental. 2.Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei como os direitos do homem.
(*)A Declaração Universal dos Direitos dos Animais foi proclamada pela UNESCO em sessão realizada em Bruxelas, Bélgica, em 27 de Janeiro de 1978.
Texto extraído do site da SUIPA.
Considerando que o desconhecimento e o desprezo destes direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza,
Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo, Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar outros.
Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante,
Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais,
PROCLAMA-SE O SEGUINTE:
Art. 1º - Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.
Art. 2º 1.Todo o animal tem o direito a ser respeitado. 2.O homem, como espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los violando esse direito; tem o dever de pôr os seus conhecimentos ao serviço dos animais. 3.Todo o animal tem o direito à atenção, aos cuidados e à proteção do homem.
Art. 3º 1.Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a atos cruéis. 2.Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia.
Art. 4º 1.Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir. 2.toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos, é contrária a este direito.
Art. 5º 1.Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente no meio ambiente do homem tem o direito de viver e de crescer ao ritmo e nas condições de vida e de liberdade que são próprias da sua espécie. 2.Toda a modificação deste ritmo ou destas condições que forem impostas pelo homem com fins mercantis é contrária a este direito.
Art. 6º 1.Todo o animal que o homem escolheu para seu companheiro tem direito a uma duração de vida conforme a sua longevidade natural. 2.O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.
Art. 7º - Todo o animal de trabalho tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.
Art. 8º 1.A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação. 2.As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas.
Art. 9º - Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor.
Art. 10º 1.Nenhum animal deve de ser explorado para divertimento do homem. 2.As exibições de animais e os espetáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal.
Art. 11º - Todo o ato que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a vida.
Art. 12º 1.Todo o ato que implique a morte de um grande número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime contra a espécie. 2.A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.
Art. 13º 1.O animal morto deve de ser tratado com respeito. 2.As cenas de violência de que os animais são vítimas devem de ser interditas no cinema e na televisão, salvo se elas tiverem por fim demonstrar um atentado aos direitos do animal.
Art. 14º 1.Os organismos de proteção e de salvaguarda dos animais devem estar presentados a nível governamental. 2.Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei como os direitos do homem.
(*)A Declaração Universal dos Direitos dos Animais foi proclamada pela UNESCO em sessão realizada em Bruxelas, Bélgica, em 27 de Janeiro de 1978.
Texto extraído do site da SUIPA.
quarta-feira, 19 de março de 2008
Palíndromos: leia de trás pra frente e divirta-se
"Luza Rocelina, a namorada do Manuel, leu na “Moda da Romana”: “Anil é cor azul”
"Oto come doce seco de mocotó"
"A Rita, sobre vovô, verbos atira"
"Oto come doce seco de mocotó"
"A Rita, sobre vovô, verbos atira"
segunda-feira, 17 de março de 2008
Lelé Confúcia
Dona Lelé Confúcia
trocava seis por meia dúzia.
No dedão do pé, num belo dia,
encontrou seu rabanete.
E no meio da comida:
– ai que susto, um joanete!
trocava seis por meia dúzia.
No dedão do pé, num belo dia,
encontrou seu rabanete.
E no meio da comida:
– ai que susto, um joanete!
domingo, 16 de março de 2008
Boca a Boca
sábado, 15 de março de 2008
TANGOLOMANGO DA SINHÁ MOSCA (fascículo completo)
Eram treze moscas num sítio, uma ficou macambúzia
Deu um tangolomango nela e então sobrou uma dúzia.
Dessas doze, sinhá, que ficaram, uma tomou um bronze
Deu um tangolomango nela e então sobraram onze.
Dessas onze, sinhá, que ficaram, uma teve um revestrés
Deu um tangolomango nela e então sobraram dez.
Dessas dez, sinhá, que ficaram, uma amarrou o maior bode
Deu um tangolomango nela e então sobraram nove.
Dessas nove, sinhá, que ficaram, uma pousou num biscoito
Deu um tangolomango nela e então sobraram oito.
Dessas oito, sinhá, que ficaram, uma voou da charrete
Deu um tangolomango nela e então sobraram sete.
Dessas sete, sinhá, que ficaram, uma disse "sim, não, talvez"
Deu um tangolomango nela e então sobraram seis.
Dessas seis, sinhá, que ficaram, uma apertou o cinto.
Deu um tangolomango nela e então sobraram cinco.
Dessas cinco, sinhá, que ficaram, uma posou prum retrato
Deu um tangolomango nela e então sobraram quatro.
Dessas quatro, sinhá, que ficaram, uma esbarrou num genovês
Deu um tangolomango nela e então sobraram três.
Dessas três, sinhá, que ficaram, uma quis conhecer as dunas.
Deu um tangolomango nela e então sobraram duas.
Dessas duas, sinhá, que ficaram, uma caiu de bunda.
Deu um tangolomango nela e TUMBA-CATATUMBA!
Essa uma, sinhá, que ficou, sentou em frente à televisão.
Deu um tangolomango nela, acabou-se a geração!
Deu um tangolomango nela e então sobrou uma dúzia.
Dessas doze, sinhá, que ficaram, uma tomou um bronze
Deu um tangolomango nela e então sobraram onze.
Dessas onze, sinhá, que ficaram, uma teve um revestrés
Deu um tangolomango nela e então sobraram dez.
Dessas dez, sinhá, que ficaram, uma amarrou o maior bode
Deu um tangolomango nela e então sobraram nove.
Dessas nove, sinhá, que ficaram, uma pousou num biscoito
Deu um tangolomango nela e então sobraram oito.
Dessas oito, sinhá, que ficaram, uma voou da charrete
Deu um tangolomango nela e então sobraram sete.
Dessas sete, sinhá, que ficaram, uma disse "sim, não, talvez"
Deu um tangolomango nela e então sobraram seis.
Dessas seis, sinhá, que ficaram, uma apertou o cinto.
Deu um tangolomango nela e então sobraram cinco.
Dessas cinco, sinhá, que ficaram, uma posou prum retrato
Deu um tangolomango nela e então sobraram quatro.
Dessas quatro, sinhá, que ficaram, uma esbarrou num genovês
Deu um tangolomango nela e então sobraram três.
Dessas três, sinhá, que ficaram, uma quis conhecer as dunas.
Deu um tangolomango nela e então sobraram duas.
Dessas duas, sinhá, que ficaram, uma caiu de bunda.
Deu um tangolomango nela e TUMBA-CATATUMBA!
Essa uma, sinhá, que ficou, sentou em frente à televisão.
Deu um tangolomango nela, acabou-se a geração!
quinta-feira, 13 de março de 2008
TANGOLOMANGO DA SINHÁ MOSCA (já perdi as contas do capítulo)
Eram treze moscas num sítio, uma ficou macambúzia
Deu um tangolomango nela e então sobrou uma dúzia.
Dessas doze, sinhá, que ficaram, uma tomou um bronze
Deu um tangolomango nela e então sobraram onze.
Dessas onze, sinhá, que ficaram, uma teve um revestrés
Deu um tangolomango nela e então sobraram dez.
Dessas dez, sinhá, que ficaram, uma amarrou o maior bode
Deu um tangolomango nela e então sobraram nove.
Dessas nove, sinhá, que ficaram, uma pousou num biscoito
Deu um tangolomango nela e então sobraram oito.
Dessas oito, sinhá, que ficaram, uma voou da charrete
Deu um tangolomango nela e então sobraram sete.
Dessas sete, sinhá, que ficaram, uma disse "sim, não, talvez"
Deu um tangolomango nela e então sobraram seis.
Dessas seis, sinhá, que ficaram, uma apertou o cinto.
Deu um tangolomango nela e então sobraram cinco.
Dessas cinco, sinhá, que ficaram, uma posou prum retrato
Deu um tangolomango nela e então sobraram quatro.
Dessas quatro, sinhá, que ficaram, uma esbarrou num genovês
Deu um tangolomango nela e então sobraram três.
Dessas três, sinhá, que ficaram...
(continua amanhã...)
Deu um tangolomango nela e então sobrou uma dúzia.
Dessas doze, sinhá, que ficaram, uma tomou um bronze
Deu um tangolomango nela e então sobraram onze.
Dessas onze, sinhá, que ficaram, uma teve um revestrés
Deu um tangolomango nela e então sobraram dez.
Dessas dez, sinhá, que ficaram, uma amarrou o maior bode
Deu um tangolomango nela e então sobraram nove.
Dessas nove, sinhá, que ficaram, uma pousou num biscoito
Deu um tangolomango nela e então sobraram oito.
Dessas oito, sinhá, que ficaram, uma voou da charrete
Deu um tangolomango nela e então sobraram sete.
Dessas sete, sinhá, que ficaram, uma disse "sim, não, talvez"
Deu um tangolomango nela e então sobraram seis.
Dessas seis, sinhá, que ficaram, uma apertou o cinto.
Deu um tangolomango nela e então sobraram cinco.
Dessas cinco, sinhá, que ficaram, uma posou prum retrato
Deu um tangolomango nela e então sobraram quatro.
Dessas quatro, sinhá, que ficaram, uma esbarrou num genovês
Deu um tangolomango nela e então sobraram três.
Dessas três, sinhá, que ficaram...
(continua amanhã...)
terça-feira, 11 de março de 2008
Quando eu era pequena...
Quando eu tinha a idade dos meus leitores (pelo menos eu acho que alguém lê meus livros), este era o filme que eu mais gostava de assistir. Há uns vinte anos mais ou menos (mais pra mais do que pra menos), "Um Corpo que Cai" - só depois de muitos anos descobri que o nome original era "Vertigo" - sempre passava na televisão. Costumava passar à noite, quase de madrugada, e eu não despregava o olho da TV. Em casa todo mundo ía dormir e eu resistia até altas horas.Hoje em dia é difícil encontrar algo bom nos canais abertos e muito mais difícil deixar de não pregar o olho...Ronc!
TANGOLOMANGO DA SINHÁ MOSCA (capítulo VI)
Eram treze moscas num sítio, uma ficou macambúzia
Deu um tangolomango nela e então sobrou uma dúzia.
Dessas doze, sinhá, que ficaram, uma tomou um bronze
Deu um tangolomango nela e então sobraram onze.
Dessas onze, sinhá, que ficaram, uma teve um revestrés
Deu um tangolomango nela e então sobraram dez.
Dessas dez, sinhá, que ficaram, uma amarrou o maior bode
Deu um tangolomango nela e então sobraram nove.
Dessas nove, sinhá, que ficaram, uma pousou num biscoito
Deu um tangolomango nela e então sobraram oito.
Dessas oito, sinhá, que ficaram, uma voou da charrete
Deu um tangolomango nela e então sobraram sete.
Dessas sete, sinhá, que ficaram, uma disse "sim, não, talvez"
Deu um tangolomango nela e então sobraram seis.
Dessas seis, sinhá, que ficaram, uma apertou o cinto.
Deu um tangolomango nela e então sobraram cinco.
Dessas cinco, sinhá, que ficaram, uma...
(continua amanhã...)
Deu um tangolomango nela e então sobrou uma dúzia.
Dessas doze, sinhá, que ficaram, uma tomou um bronze
Deu um tangolomango nela e então sobraram onze.
Dessas onze, sinhá, que ficaram, uma teve um revestrés
Deu um tangolomango nela e então sobraram dez.
Dessas dez, sinhá, que ficaram, uma amarrou o maior bode
Deu um tangolomango nela e então sobraram nove.
Dessas nove, sinhá, que ficaram, uma pousou num biscoito
Deu um tangolomango nela e então sobraram oito.
Dessas oito, sinhá, que ficaram, uma voou da charrete
Deu um tangolomango nela e então sobraram sete.
Dessas sete, sinhá, que ficaram, uma disse "sim, não, talvez"
Deu um tangolomango nela e então sobraram seis.
Dessas seis, sinhá, que ficaram, uma apertou o cinto.
Deu um tangolomango nela e então sobraram cinco.
Dessas cinco, sinhá, que ficaram, uma...
(continua amanhã...)
segunda-feira, 10 de março de 2008
TANGOLOMANGO DA SINHÁ MOSCA (capítulo VII)
Eram treze moscas num sítio, uma ficou macambúzia
Deu um tangolomango nela e então sobrou uma dúzia.
Dessas doze, sinhá, que ficaram, uma tomou um bronze
Deu um tangolomango nela e então sobraram onze.
Dessas onze, sinhá, que ficaram, uma teve um revestrés
Deu um tangolomango nela e então sobraram dez.
Dessas dez, sinhá, que ficaram, uma amarrou o maior bode
Deu um tangolomango nela e então sobraram nove.
Dessas nove, sinhá, que ficaram, uma pousou num biscoito
Deu um tangolomango nela e então sobraram oito.
Dessas oito, sinhá, que ficaram, uma voou da charrete
Deu um tangolomango nela e então sobraram sete.
Dessas sete, sinhá, que ficaram, uma disse "sim, não, talvez"
Deu um tangolomango nela e então sobraram seis.
Dessas seis, sinhá, que ficaram, uma...
(continua amanhã...)
Deu um tangolomango nela e então sobrou uma dúzia.
Dessas doze, sinhá, que ficaram, uma tomou um bronze
Deu um tangolomango nela e então sobraram onze.
Dessas onze, sinhá, que ficaram, uma teve um revestrés
Deu um tangolomango nela e então sobraram dez.
Dessas dez, sinhá, que ficaram, uma amarrou o maior bode
Deu um tangolomango nela e então sobraram nove.
Dessas nove, sinhá, que ficaram, uma pousou num biscoito
Deu um tangolomango nela e então sobraram oito.
Dessas oito, sinhá, que ficaram, uma voou da charrete
Deu um tangolomango nela e então sobraram sete.
Dessas sete, sinhá, que ficaram, uma disse "sim, não, talvez"
Deu um tangolomango nela e então sobraram seis.
Dessas seis, sinhá, que ficaram, uma...
(continua amanhã...)
Alguém consegue decorar a letra?
... e a velha a fiar.Vídeo da década de 60 dirigido pelo cineasta Humberto Mauro; a música é interpretada pelo Trio Irakitã.
Vale muito a pena assistir: http://br.youtube.com/watch?v=JzCMGI7VCv8
domingo, 9 de março de 2008
TANGOLOMANGO DA SINHÁ MOSCA (capítulo VIII)
Eram treze moscas num sítio, uma ficou macambúzia
Deu um tangolomango nela e então sobrou uma dúzia.
Dessas doze, sinhá, que ficaram, uma tomou um bronze
Deu um tangolomango nela e então sobraram onze.
Dessas onze, sinhá, que ficaram, uma teve um revestrés
Deu um tangolomango nela e então sobraram dez.
Dessas dez, sinhá, que ficaram, uma amarrou o maior bode
Deu um tangolomango nela e então sobraram nove.
Dessas nove, sinhá, que ficaram, uma pousou num biscoito
Deu um tangolomango nela e então sobraram oito.
Dessas oito, sinhá, que ficaram, uma voou da charrete
Deu um tangolomango nela e então sobraram sete.
Dessas sete, sinhá, que ficaram...
(continua amanhã...)
Deu um tangolomango nela e então sobrou uma dúzia.
Dessas doze, sinhá, que ficaram, uma tomou um bronze
Deu um tangolomango nela e então sobraram onze.
Dessas onze, sinhá, que ficaram, uma teve um revestrés
Deu um tangolomango nela e então sobraram dez.
Dessas dez, sinhá, que ficaram, uma amarrou o maior bode
Deu um tangolomango nela e então sobraram nove.
Dessas nove, sinhá, que ficaram, uma pousou num biscoito
Deu um tangolomango nela e então sobraram oito.
Dessas oito, sinhá, que ficaram, uma voou da charrete
Deu um tangolomango nela e então sobraram sete.
Dessas sete, sinhá, que ficaram...
(continua amanhã...)
Para lembrar as manhãs de domingo em frente à televisão

One Froggy Evening
(Michigan J. Frog)
Hello! ma baby
Hello! ma honey
Hello! ma ragtime gal
Send me a kiss by wire
Baby, ma heart's on fire!
If you refuse me
Honey, you'll lose me
Then you'll be left alone
Oh, baby, telephone
And tell me I'm your own!
Divertidíssimo!: http://br.youtube.com/watch?v=DqB_YYB8TJU
(Michigan J. Frog)
Hello! ma baby
Hello! ma honey
Hello! ma ragtime gal
Send me a kiss by wire
Baby, ma heart's on fire!
If you refuse me
Honey, you'll lose me
Then you'll be left alone
Oh, baby, telephone
And tell me I'm your own!
Divertidíssimo!: http://br.youtube.com/watch?v=DqB_YYB8TJU
sábado, 8 de março de 2008
TANGOLOMANGO DA SINHÁ MOSCA (capítulo IX)
Eram treze moscas num sítio, uma ficou macambúzia
Deu um tangolomango nela e então sobrou uma dúzia.
Dessas doze, sinhá, que ficaram, uma tomou um bronze
Deu um tangolomango nela e então sobraram onze.
Dessas onze, sinhá, que ficaram, uma teve um revestrés
Deu um tangolomango nela e então sobraram dez.
Dessas dez, sinhá, que ficaram, uma amarrou o maior bode
Deu um tangolomango nela e então sobraram nove.
Dessas nove, sinhá, que ficaram, uma pousou num biscoito
Deu um tangolomango nela e então sobraram oito.
Dessas oito, sinhá, que ficaram...
(continua amanhã...)
Deu um tangolomango nela e então sobrou uma dúzia.
Dessas doze, sinhá, que ficaram, uma tomou um bronze
Deu um tangolomango nela e então sobraram onze.
Dessas onze, sinhá, que ficaram, uma teve um revestrés
Deu um tangolomango nela e então sobraram dez.
Dessas dez, sinhá, que ficaram, uma amarrou o maior bode
Deu um tangolomango nela e então sobraram nove.
Dessas nove, sinhá, que ficaram, uma pousou num biscoito
Deu um tangolomango nela e então sobraram oito.
Dessas oito, sinhá, que ficaram...
(continua amanhã...)
sexta-feira, 7 de março de 2008
TANGOLOMANGO DA SINHÁ MOSCA (capítulo X)
Eram treze moscas num sítio, uma ficou macambúzia
Deu um tangolomango nela e então sobrou uma dúzia.
Dessas doze, sinhá, que ficaram, uma tomou um bronze
Deu um tangolomango nela e então sobraram onze.
Dessas onze, sinhá, que ficaram, uma teve um revestrés
Deu um tangolomango nela e então sobraram dez.
Dessas dez, sinhá, que ficaram, uma amarrou o maior bode
Deu um tangolomango nela e então sobraram nove.
Dessas nove, sinhá, que ficaram...
(continua amanhã...)
Deu um tangolomango nela e então sobrou uma dúzia.
Dessas doze, sinhá, que ficaram, uma tomou um bronze
Deu um tangolomango nela e então sobraram onze.
Dessas onze, sinhá, que ficaram, uma teve um revestrés
Deu um tangolomango nela e então sobraram dez.
Dessas dez, sinhá, que ficaram, uma amarrou o maior bode
Deu um tangolomango nela e então sobraram nove.
Dessas nove, sinhá, que ficaram...
(continua amanhã...)
quinta-feira, 6 de março de 2008
TANGOLOMANGO DA SINHÁ MOSCA (capítulo XI)
Eram treze moscas num sítio, uma ficou macambúzia
Deu um tangolomango nela e então sobrou uma dúzia.
Dessas doze, sinhá, que ficaram, uma tomou um bronze
Deu um tangolomango nela e então sobraram onze.
Dessas onze, sinhá, que ficaram, uma teve um revestrés
Deu um tangolomango nela e então sobraram dez.
Dessas dez, sinhá, que ficaram...
(continua amanhã...)
Deu um tangolomango nela e então sobrou uma dúzia.
Dessas doze, sinhá, que ficaram, uma tomou um bronze
Deu um tangolomango nela e então sobraram onze.
Dessas onze, sinhá, que ficaram, uma teve um revestrés
Deu um tangolomango nela e então sobraram dez.
Dessas dez, sinhá, que ficaram...
(continua amanhã...)
quarta-feira, 5 de março de 2008
TANGOLOMANGO DA SINHÁ MOSCA (capítulo XII)
Eram treze moscas num sítio, uma ficou macambúzia
Deu um tangolomango nela e então sobrou uma dúzia.
Dessas doze, sinhá, que ficaram, uma tomou um bronze
Deu um tangolomango nela e então sobraram onze.
Dessas onze, sinhá, que ficaram...
(continua amanhã...)
Deu um tangolomango nela e então sobrou uma dúzia.
Dessas doze, sinhá, que ficaram, uma tomou um bronze
Deu um tangolomango nela e então sobraram onze.
Dessas onze, sinhá, que ficaram...
(continua amanhã...)
terça-feira, 4 de março de 2008
TANGOLOMANGO DA SINHÁ MOSCA (capítulo XIII)
Eram treze moscas num sítio, uma ficou macambúzia
Deu um tangolomango nela e então sobrou uma dúzia.
Dessas doze, sinhá, que ficaram...
(continua amanhã...)
Deu um tangolomango nela e então sobrou uma dúzia.
Dessas doze, sinhá, que ficaram...
(continua amanhã...)
segunda-feira, 3 de março de 2008
Receitas caseiras - parte V
Para morrer de susto, é batata: basta encontrar alguém com sangue de barata!
domingo, 2 de março de 2008
Quinta historieta sem pé nem cabeça
Um barraco do balacobaco
Morderam o calcanhar de Aquiles na casa da mãe Joana!
Só pode ter sido obra do Lulu da Pomerânia...
Roubaram os ossos do ofício do pobre cão,
com a pulga atrás da orelha arrebentou a boca do balão.
Lambeu o sebo nas canelas, roeu a batata da perna,
mordeu a maçã do rosto, fez a maior baderna!
Rasgou a orelha do livro e a perna da boca de sino.
Não tinha dente do siso, e sim um tremendo canino.
E pensar que tudo começou com Aquiles e seu ponto fraco,
com o Lulu da mãe Joana, o Pomerânia do balacobaco...
Morderam o calcanhar de Aquiles na casa da mãe Joana!
Só pode ter sido obra do Lulu da Pomerânia...
Roubaram os ossos do ofício do pobre cão,
com a pulga atrás da orelha arrebentou a boca do balão.
Lambeu o sebo nas canelas, roeu a batata da perna,
mordeu a maçã do rosto, fez a maior baderna!
Rasgou a orelha do livro e a perna da boca de sino.
Não tinha dente do siso, e sim um tremendo canino.
E pensar que tudo começou com Aquiles e seu ponto fraco,
com o Lulu da mãe Joana, o Pomerânia do balacobaco...
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